Querem vencer, querem, convencidos, vencer! Vençam lá, à vontade. Sobretudo vençam sem me chatear.
Convencidos da vida há-os, afinal, por toda a parte, em todos (e por todos!) os meios. Estão todos convictos da sua excelência, da excelência das suas obras e manobras (as obras justificam as manobras!), de que podem ser, se ainda não são, os melhores, os mais "palco"!
Praticam uns com os outros uma espécie de espelhismo galanteador... Além de espectadores, o convencido precisa de "irmãos em convencimento".
No corre-corre, o convencido da vida não é um vaidoso à toa. A sua vaidade nunca é gratuita e há que tirar dela todo o rendimento possível. É tudo uma questão de utilidade e lucro!
Para quem tem a pachorra de lhe seguir o passo, o convencido da vida farta-se de cometer "gaffes"! E cada uma mais gorda que a outra... mas não importa porque, segundo ele, o caminho é em frente e para cima.
No meio disto tudo, o mais grave erro de um convencido é achar-se melhor que os outros e, por isso, não é assim tão raro ver um "alpinista" destes a fazer "plof" e descer, liquidado para as profundezas.
Como é da sua natureza, depressa irá tentar refazer a sua imagem, retomando o seu propósito de se convencer da vida (da sua, claro!) para de novo ser o convencido da vida que, afinal... nunca deixou de ser!
E é isto, então, in "Uma coisa em forma de assim".
Uma tentativa de colocar por escrito aquilo que surge, às vezes, com demasiada força...
domingo, 15 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Se existe...
Dizem que amores eternos podem acabar numa noite e que grandes amigos se podem tornar nos maiores inimigos... Dizem também que saber ouvir os outros é uma grande virtude e ao mesmo tempo o pior dos venenos.
Dizem ainda que nunca chegamos realmente a conhecer determinada pessoa porque passamos uma vida inteira a tentar conhecer-nos a nós mesmos... A confiança não é uma questão de luxo e sim de sobrevivência!
Dizem, por fim, que o "nunca mais" nunca se cumpre e que o "para sempre" chega sempre ao fim... Oh mundo cruel!
Porém, ainda não inventaram nada melhor que o colo de uma mãe, desde que o mundo é mundo. Posso cair mil vezes e mil vezes me hei-de levantar porque, nem assim terei aprendido o que significa viver! No final de tudo isto vem-me à memória o Teu nome... Hei-de sempre surpreender-me, seja conTigo ou comigo mesmo...
Dizem ainda que nunca chegamos realmente a conhecer determinada pessoa porque passamos uma vida inteira a tentar conhecer-nos a nós mesmos... A confiança não é uma questão de luxo e sim de sobrevivência!
Dizem, por fim, que o "nunca mais" nunca se cumpre e que o "para sempre" chega sempre ao fim... Oh mundo cruel!
Porém, ainda não inventaram nada melhor que o colo de uma mãe, desde que o mundo é mundo. Posso cair mil vezes e mil vezes me hei-de levantar porque, nem assim terei aprendido o que significa viver! No final de tudo isto vem-me à memória o Teu nome... Hei-de sempre surpreender-me, seja conTigo ou comigo mesmo...
Se existe algum defeito, em Ti, esse defeito está seguramente para além da perfeição!
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Funambulista...
É como me sinto hoje!
Pensava eu que tinha os princípios éticos minimamente bem definidos nesta área, mas...
Dizem que a pessoa humana é muito mais do que um composto de elementos bioquímicos e não deve ser objecto de experimentações biológicas ou químicas com vista ao puro progresso da biotecnologia. Concordo, até porque toda a intervenção sobre as estruturas e o património genético da pessoa deve estar orientada para o remendo de anomalias... Concordo outra vez, mas...
Se a biotecnologia é útil e pode corrigir anomalias, se as perspectivas da terapia génica para o tratamento de certas doenças são, igualmente esperançosas e merecem o compromisso da ciência e a destreza de quem realiza a investigação, será possível aprender e testar e evoluir sem "ofender" a integridade física ou violar a inviolável identidade genética da pessoa humana?
Nenhuma utilidade social ou científica e nenhuma motivação ideológica poderão justificar jamais uma intervenção sobre o gene humano, que não seja terapêutica...? Fica a pergunta para quem não tiver medo da sensação de caminhar descalço sobre brasas acesas...
É... na verdade todos nós trabalhamos como funambulistas, no que toca a construir razão sobre o nosso próprio ser... e muitas vezes sem "rede" de suporte! Eu acho que encontrei a minha... é a mais segura de todas! Cuidar dela para que ela cuide de mim está ao nível do principal conceito de Immanuel Kant!
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Sei...
Modéstia à parte, eu sei do que ela gosta...
Ela gosta que a trate como única!
Gosta de trocar mensagens durante a noite...
Gosta que lhe tente ligar quando ela menos espera e gosta também de palavras simples e trapalhonas...
Gosta de perguntas como: "estás a pensar em quê?" ou "o que se faz desse lado?"...
Gosta de um bom desafio, embora quase nunca admita que eu lhe dei a volta e a deixei sem resposta...
Gosta de flores e gosta de receber flores, nem que seja só uma roubada do vizinho...
Gosta de surpresas calculadas, de filmes românticos e de comida dada na boca...
Gosta de um mimo quando está doente e gosta de um abraço silencioso mas bem apertado...
Gosto daquilo que ela gosta... e porque ela gosta de um beijo na testa depois de um beijo na boca, eu gosto dela!
Ela não vale a pena... vale a vida!!
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Oxalá...
Oxalá o meu valor me permita superar este medo que em mim sinto de falar sobre aquele dia... não é por mal... é que ele foi tão simples e tão belo e tão natural que tanto a tua beleza como a daquele lugar me fazem estremecer de vontade de reclamar a tua paciência para estas linhas que escrevi com o pensamento lá bem longe...
Não tenho tido horas de paz para mim... a tua imagem que amo desde o dia em que te conheci faz-me agora sentir que é difícil acalmar-me e calar tudo o que sinto...
Pudesse eu raptar-te para mim esta noite... ceder ao impulso que me deixa sedento de paixão... morder os teus lábios e com as minhas mãos atrapalhadas percorrer o teu corpo, desenhar o teu rosto banhado por aquelas águas límpidas e claras...
Oxalá aquela lua que no céu surgiu fosse a mesma que hoje me impele e obriga a escrever este texto sentido, sem sentido nenhum...
Amar não vale a pena! Vales a vida... a minha vida!!
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Para sempre...
Tive tantas saudades tuas. Meu Deus, tive tantas saudades tuas durante todos estes anos...
É curioso como a profunda simplicidade das tuas palavras tem a força de abanar o meu mundo...
Não quero voltar a perder aquilo que realmente me é importante, nem sequer por um minuto. É preciso dar valor a cada momento da vida, pois o amor não é um grande fogo ardente que percorre toda a nossa alma e nos queima até ficarmos irreconhecíveis.
O amor é feito de momentos simples do dia-a-dia que, a pouco e pouco, fundam uma fortaleza tão sólida que nada a pode fazer cair. Nem a chuva, nem o vento, naquela praia de inverno... Nada!
Pus-me quase de joelhos e beijei-te as mãos... Levantei-me e afastei-me enquanto murmurava aquelas palavras que te trouxeram do esquecimento: - Hás-de ser para sempre! Prometo!
terça-feira, 10 de abril de 2012
Da Terra e do Céu...
Caramba... esta paixão sujeita-me a um estado psicológico no qual aquilo que em mim é racional se submete às tendências primárias, e linguagens do desejo, as quais são de tal modo fortes que me arrastam a mim e a esta minha paixão, qual onda de maré cheia! De onde me virá tal poder?
(...)
Dir-me-iam: ser capaz de dominar as paixões é superar o adolescente que habita dentro de nós!! Porém, não é esta paixão por alguém ou alguma coisa o segredo para atingir uma meta (da terra e do céu) que se adivinha difícil, espinhosa, pouco exequível?
Creio que sim...
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